Gorduras boas: mitos e verdades!

Gorduras boas: mitos e verdades!

Um dos grandes segredos para uma alimentação saudável é saber incluir na dieta boas fontes de gordura. O problema é que muita gente ainda tem medo de comer gorduras! Neste artigo vou falar alguns mitos e verdades comuns sobre esse assunto. Confira. 😉

Toda gordura faz mal para a saúde? Mito!

Gorduras boasO pensamento de que a gordura faz mal para a saúde foi muito disseminado nas últimas décadas, mas já se provou que isso está errado!

As gorduras que fazem mal para a saúde são as hidrogenadas, trans e industrializadas, encontradas especialmente em alimentos de pacote ou óleos vegetais refinados.

As gorduras naturais de alimentos como azeite, abacate, castanhas, coco, sementes, carnes, peixes, ovos e queijos, desde que consumidas com bom senso, são benéficas e fundamentais para o bom funcionamento do nosso organismo.

Isso porque a gordura tem um papel fundamental no transporte de hormônios, no revestimento de células, na saúde dos neurônios e na saúde hormonal.

Além disso, as gorduras trazem muita saciedade, sem causar impacto nos níveis de insulina, o principal hormônio ligado ao ganho de peso. Sendo assim, o consumo delas é extremamente útil também num processo de emagrecimento saudável.

A ingestão de gordura aumenta a energia? Verdade!

Sim, a gordura é também uma excelente fonte de energia para o corpo.

E o melhor de tudo: uma energia de qualidade e estável.

Ao comer gorduras vou engordar? Mito!

Assim como ao comer alface não ficamos verdes, ao comer gordura, não engordarmos.

O ganho de peso corporal é um processo complexo que envolve uma série de fatores.

Mas o consumo de carboidratos refinados certamente está muito mais ligado ao ganho de peso do que o consumo de gorduras boas, claro que dentro de um equilíbrio.

Isso quer dizer que as gorduras podem ser consumidas à vontade então? Mito!

Claro que não!

Perder o medo de comer gorduras (boas!) não significa consumi-las à vontade.

Claro que isso não vai ser bom nem trará benefícios para a saúde.

Uma boa forma de medir o consumo de gorduras seria esta: você não precisa cortar a gordura natural dos alimentos que ingere e pode incluir no seu cardápio lanches com alimentos gordurosos. Mas não precisa incluir fontes externas de gordura na sua alimentação (como encher a comida de manteiga ou creme de leite, por exemplo).

As gorduras boas existem? Verdade!

Siiiim!

E onde você pode encontrá-las? Em alimentos simples e fáceis de achar, de preferência sem nenhuma intervenção industrial. Quanto mais natural, melhor. ❤

Alguns desses alimentos ricos em gorduras boas (e deliciosos!) são:

  • abacate;
  • oleaginosas como amêndoas, castanha de caju, castanha do Pará e nozes;
  • linhaça (de preferência em farinha para o organismo absorver melhor);
  • azeite de oliva extravirgem;
  • azeitonas;
  • chocolate amargo (com 70% ou mais de cacau);
  • sementes de girassol;
  • peixes como salmão, atum, truta e sardinha.

Gostou das opções? É muito fácil incluí-las em seu cardápio, seja com receitinhas ou apenas acrescentando esses alimentos no seu dia a dia, e gradativamente ir trocando por outros como barrinhas, cookies, pães ou torradas.

Experimente e sinta os benefícios! 🙂

 

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Fome? Dicas para um emagrecimento sem sofrimento

Fome? Dicas para um emagrecimento sem sofrimento

Embora muita gente ainda associe dieta com fome, saiba que num processo de emagrecimento saudável isso não deve acontecer.

Nosso organismo sabe do que precisa, e se há fome é porque você precisa comer.

A fome pode afetar diretamente o nosso dia a dia, nos deixando irritados, entre outras alterações de humor, e aumentando a chance de termos compulsões alimentares.

Ninguém consegue ser feliz sentindo fome por muito tempo. E, quando a pessoa se cansa disso, recomeça com os excessos, o que a faz recuperar todo o peso que perdeu e, às vezes, ganhar até mais.

É um ciclo sem fim, extremamente frustrante, que talvez você já conheça. 🙁

Por isso eu sou contra dietas – elas simplesmente não são sustentáveis a longo prazo.

No texto de hoje eu vou mostrar algumas dicas para que você evolua no processo de emagrecimento sem passar fome. Confira!

  • Faça mudanças graduais

É lógico que, num momento inicial de mudanças de hábitos, há um período de adaptação do organismo a novas escolhas e a um novo porcionamento.

Por isso, o ideal é ir fazendo mudanças graduais e não tomar atitudes drásticas que promovam fome ou mal-estar.

Eu acredito que quem evolui aos poucos vai longe. 😉

  • Não tenha medo de comer gorduras boas

Eu sempre defendo as gorduras nutritivas!

Elas são fundamentais inclusive no processo de emagrecimento.

Eu sei que em um primeiro momento pode parecer estranho aumentar o consumo de gorduras para emagrecer, mas a explicação para isso é que as gorduras boas nutrem sem causar picos de insulina em nosso organismo, um hormônio que está diretamente relacionado com o aumento da fome.

Explico tudo isso com detalhes e dicas práticas no meu programa de saúde Desafio Low Carb, que terá nova turma agora em novembro.

E quais são as gorduras boas? As gorduras naturais dos alimentos, além de coco e derivados, manteiga ghee, abacate, castanhas, azeite etc.

  • Troque os lanchinhos à base de carboidratos por lanches à base de gorduras ou proteínas

Se você parar para refletir, vai perceber que grande parte das opções práticas de lanches são à base de carboidratos. Frutas, barrinhas, cookies, pães, torradas…

E, como explicado acima, o consumo frequente de carboidratos aumenta a insulina e com isso bloqueia a queima de gordura e aumenta a fome.

Lanches mais nutritivos podem ser um ótimo segredo para que a fome seja controlada.

Alguns não são tão práticos como os lanches industrializados ricos em carboidratos, mas eu garanto que vale a pena o esforço!

Alguns exemplos: castanhas, whey protein, abacate, omelete, pão low carb com queijo, panquecas nutritivas e até chocolate rico em cacau (quanto mais, melhor).

  • Capriche nas escolhas

Lembre que, quanto mais nutritiva for a sua alimentação, maiores as chances de as suas células estarem bem-nutridas e, com isso, é menor a chance de você viver com fome.

Capriche na variedade e no consumo de fibras e antioxidantes com um cardápio colorido, fresco e baseado em comida de verdade.

  • Tome água

Por incrível que pareça, muita gente confunde sede com fome. Para que isso não aconteça, é importante se manter bem hidratado ao longo do dia.

E, ao sentir fome, tome antes um copo de água. Se passar, era sede; se persistir, é fome.

 

Além de todas essas dicas, analise também se você está comendo por hábito ou por alguma questão emocional como cansaço, tristeza, frustração ou tédio.

Espero que essas dicas te ajudem a ter sucesso no emagrecimento, mas sem sofrimento.

Porque isso é possível!

Se você quiser saber mais dicas como essa, com sugestões práticas e receitas, inscreva-se na minha newsletter. <3

 

Síndrome do intestino irritável: será que você tem?

Síndrome do intestino irritável: será que você tem?

Entender o funcionamento do nosso organismo é o primeiro passo para que possamos fazer as escolhas certas, especialmente na alimentação.  

O intestino irritável é um problema que infelizmente afeta um número cada vez maior de pessoas, que muitas vezes nem sabem que essa síndrome existe. :/

Intestino irritávelNeste texto vou falar um pouquinho mais sobre esse assunto.

Um intestino saudável é o primeiro passo para uma boa saúde. Costumo falar que não somos o que comemos – somos o que digerimos e absorvemos. Isso porque se o processo de digestão não está funcionando adequadamente, é certo que o nutriente não chegará à célula, e assim a nutrição estará comprometida. Ou seja, você come, mas não se nutre. Isso é cada vez mais comum!

O intestino é também um órgão que está diretamente relacionado com o bem-estar. Isso porque mais de 70% da nossa serotonina, neurotransmissor responsável pelo equilíbrio do humor, é formada no intestino.

A imunidade também fica comprometida quando o intestino não está funcionando no seu melhor. 

Por que os problemas intestinais são tão comuns?

Por diversas razões, que muitas vezes vêm desde a gravidez da nossa mãe.

Sim, estudos mostram que uma má alimentação nesse período, assim como parto cesárea e a falta de amamentação podem influenciar negativamente a formação da flora intestinal.

Infelizmente pagamos um preço pelas más escolhas das nossas mães. 🙁

Mas sem mágoas!! Elas certamente não tinham esse conhecimento na época.

Outros fatores que influenciam a saúde intestinal: más escolhas alimentares na infância e na adolescência (industrializados, fast food), uso de antibióticos, contato com contaminantes, baixo consumo de fibras, stress, escolhas alimentares pobres…

Uma condição muito comum hoje, associada ou não a outros distúrbios, é a síndrome do intestino irritável.

O que é a síndrome do intestino irritável?

A síndrome do intestino irritável é um desequilíbrio que ocorre no intestino e que traz sintomas bem incômodos, comprometendo a qualidade de vida.

Com frequência o paciente acredita estar apenas com um sintoma isolado e não percebe que pode estar com alterações associadas que caracterizam a síndrome.

Entre os sintomas mais comuns estão:

  • dor abdominal;
  • estufamento;
  • sensação de evacuação incompleta;
  • excesso de gases;
  • diarreia e/ou constipação.

O diagnóstico da síndrome do intestino irritável é feito por exclusão, ou seja, após avaliação e realização de exames que não apontam nenhuma alteração.

Considerando os sintomas e as queixas frequentes, o diagnóstico é feito.

O que fazer?

Se você sente desconfortos intestinais com frequência, saiba antes de tudo que isso pode até ser COMUM, mas não é NORMAL.

É fundamental procurar ajuda médica para que sejam feitos os exames.

Diagnosticada a síndrome, o primeiro passo é procurar um nutricionista bem atualizado nesse assunto para que um cardápio individualizado possa ser desenvolvido.

Tanto a alimentação personalizada quanto o uso de alguns protocolos (como o FODMAPS, por exemplo) podem ser os caminhos iniciais para a melhora do quadro.

O protocolo FODMAPS sugere evitar-se temporariamente o consumo de alguns alimentos que aumentam a fermentação intestinal. Alguns deles são: brócolis, couve-flor, feijão, grão-de-bico, maçã, pera, leite e derivados, trigo, adoçantes a base de poliois (como xilitol), mel etc.

Mas essa é apenas uma das possibilidades de estratégias para a melhora dos sintomas.

Como eu posso evitar a síndrome do intestino irritável?

A síndrome do intestino irritável não tem cura, mas os sintomas podem não só ser controlados como também evitados por meio de algumas mudanças no estilo de vida e na alimentação.

Praticar atividades físicas regularmente e controlar os níveis de estresse, por exemplo, são medidas que trazem um resultado muito positivo para quem sofre com esse problema.

Quanto à alimentação, as principais recomendações são reduzir ao máximo os alimentos industrializados e refinados.

Também é preciso avaliar as sensibilidades alimentares individuais, uma vez que é comum reações a alimentos como glúten, leite, amendoim e ovo.

Mas, como essas sensibilidades trazem sintomas tardios (2 a 3 dias depois), a associação com o alimento se torna mais difícil. Para tirar de vez a dúvida, um bom exame de sensibilidades alimentares pode ser solicitado por seu nutricionista.

O uso de suplementos e medicamentos também pode ser necessário em alguns casos, mas somente com a prescrição profissional.

A síndrome do intestino irritável deve ser diagnosticada e tratada adequadamente para que não só não atrapalhe a qualidade de vida do paciente como também não evolua para um possível aumento da permeabilidade intestinal, condição que pode levar ao desenvolvimento de doenças autoimunes.

Não seja negligente com a sua saúde. Ouça os sinais do seu corpo e procure ajuda. 😉

 

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8 razões pelas quais o Desafio Low Carb pode ajudar você

8 razões pelas quais o Desafio Low Carb pode ajudar você

O Desafio Low Carb é um programa que eu desenvolvi depois de anos de estudo para ensinar as pessoas a colocar em prática esse estilo alimentar de um jeito POSITIVO, SEM RADICALISMOS, que oferece RESULTADOS duradouros. 

Ali eu passo os conceitos mais importantes e atuais sobre esse assunto, dou as dicas preciosas que fazem toda a diferença em saúde e ainda convido você a experimentar tudo na prática, algo que só uma nutricionista pode fazer. 🙂

Veja algumas razões pelas quais o Desafio Low Carb pode ajudar você.

1. Te mostrar por que o excesso de consumo de carboidratos pode ser um problema

Desafio low carb

A nutrição mudou muito nos últimos anos.

Com cada vez mais estudos, mais podemos entender sobre o que de fato faz bem e o que de fato faz mal à saúde.

Já é um consenso mundial que o consumo exagerado de carboidratos pode representar perda de saúde em vários sentidos: de aumento dos índices de doenças metabólicas a obesidade.

Mas por quê?

O que é resistência à insulina e por que muita gente nem sabe que tem?

O que leva algumas pessoas a ter mais fome do que outras?

Por que o impacto hormonal é mais importante do que as calorias?

Por que Low Carb tem sido uma estratégia de sucesso para o emagrecimento e ganho de saúde para tantas pessoas ao redor do mundo?

Afinal, pode comer frutas?

O que é dieta cetogênica e como fazer?

Durante as 2 semanas do programa esclarecemos essas e outras tantas dúvidas relacionadas ao tema.

Tudo de um jeito simples e didático, para que você absorva a informação e consiga aplicar em sua vida.

2. Low Carb não precisa ser um conceito restritivo

Low Carb não é uma dieta, e sim uma estratégia.

Você pode usá-la pontualmente para atingir algum objetivo ou pode tê-la como a escolha alimentar da sua vida.

Mas como fazer isso sem grandes restrições?

O programa te convida a testar e se observar, dando o direcionamento necessário para que você consiga individualizar as orientações passadas.

3. Te convida a experimentar na prática

Hoje em dia são vários os livros de receitas ou programas online voltados para a saúde.

Mas o Desafio Low Carb é diferente!

Isso porque, além de te passar conceitos importantes de um jeito simples, ele te ensina a experimentá-los na prática.

O programa oferece um cardápio recheado de receitas deliciosas, elaborado pela chef de culinária saudável Patrícia Helu.

Você pode seguir o cardápio à risca ou fazer as receitas aleatoriamente ao longo do programa (e depois).

Tem um guia alimentar completo para quem não consegue cozinhar.

São orientações e dicas preciosas que eu dou para os meus pacientes.

Tudo seguindo os princípios da alimentação Low Carb flexível – aquela que se adapta à sua realidade e não incentiva radicalismos.

4. É um programa único, que não segue protocolos

Há várias maneiras de você experimentar uma alimentação Low Carb.

O desafio não segue um protocolo.

É um programa que reúne diferentes conceitos, que estudei ao longo da minha carreira e tenho aplicado com muito sucesso na minha vida e na dos meus pacientes.

Uma alimentação não baseada em carboidratos, mas sem excesso de proteína animal, sem excesso de gordura saturada e usando alguns princípios da medicina ayurveda.

Tudo isso faz com que o programa seja exclusivo e extremamente equilibrado.

5. Guia de adaptações

Visando individualizar ainda mais a sua experiência, o programa inclui um guia de adaptações supercompleto, que inclui sugestões para diferentes casos como:

  1. treino com o objetivo de ganho de massa muscular;
  2. amamentação;
  3. iniciantes em Low Carb;
  4. e outros.

6. Visão holística

O programa vai muito além de ensinar como funciona uma alimentação Low Carb equilibrada.

Te convida a refletir sobre outros aspectos da sua vida ligados à saúde, te incentiva a ouvir seu corpo, estar presente e perceber sintomas como fome e saciedade.

Toda a linguagem do programa é pensada para incentivar uma boa relação com a comida, para que o processo de transformação seja duradouro e positivo.

7. Satisfação e resultados!

O Desafio Low Carb já está na sua 7ª edição e em todas elas tivemos um índice altíssimo de aprovação (99,8%).

Isso significa que as pessoas que fizeram o programa gostaram e recomendam para outras pessoas.

Além disso, os feedbacks em relação aos resultados são maravilhosos, com muitos casos de emagrecimento efetivo, um novo olhar para alimentação e muito mais qualidade de vida.

8. Rede de apoio

Estudos mostram que metas realizadas com o apoio de um grupo com os mesmos objetivos influenciam muito na dedicação e nos resultados obtidos.

No Desafio Low Carb os participantes que tiverem interesse ficam em contato através de um grupo fechado no Facebook.

Ali podem trocar informações e dicas, além de apoiar uns aos outros nas conquistas e dificuldades.

Bônus: uma live comigo

Sim! Além de virtualmente estar ao seu lado a cada dia do programa, estaremos juntos num encontro ao vivo para esclarecer todas as suas possíveis dúvidas.

O encontro é gravado, então, quem não puder participar pode assistir depois.

É como se fosse uma consulta virtual. 🙂

Esses são alguns dos motivos pelos quais eu acredito tanto no potencial desse programa.

Você pode ler alguns depoimentos no site e no Instagram (@desafiolowcarbfescheer) – não tem propaganda melhor do que a satisfação e os resultados de quem já participou.

Como sempre falo, eu não acredito em dietas, mas sim em uma mudança de estilo de vida, por isso acho que esse programa pode ser um marco inicial para uma grande transformação na sua vida.

Você topa o desafio? 

Se ainda tem dúvidas pode chamar no WhatsApp: (11) 9 5489-6485 que minha equipe esta pronta para você!

Fuja dos pacotes! Dicas de ouro para organizar lanchinhos e marmitas Low Carb saudáveis

Fuja dos pacotes! Dicas de ouro para organizar lanchinhos e marmitas Low Carb saudáveis

Um dos maiores desafios na alimentação dos meus pacientes costuma ser os lanches.

Marmitas Low CarbIsso porque esse é o horário em que as pessoas geralmente estão fora de casa e nem sempre sabem o que comer.

Com isso, acabam ficando sem comer ou ainda comem o que aparece – e as opções geralmente não são as ideais para a saúde (ou quase sempre não são!).
Pular refeições intermediárias pode fazer com que você chegue na próxima com muita fome, o que não é legal.

Mas também saiba que você não precisa comer de 3 em 3 horas, como sempre se falou.

A frequência e a quantidade de alimentos dos lanchinhos variam de pessoa a pessoa. Uns têm mais fome e outros têm menos fome, o correto é respeitar isso.
Acima de tudo, devemos ouvir nosso corpo!

Para que você não erre nas suas escolhas, vou dar algumas dicas que fazem toda a diferença na sua saúde.

Planeje:

Leve opções de lanches legais com você. Lembre que sem acesso a um lanche nutritivo as chances de você comer bolo, pão de queijo e cookies com a turma do trabalho é grande!

Algumas sugestões: frutas e castanhas, iogurte e sementes, palitos de legumes com hommus, receitas caseiras.

Pense em gorduras e proteínas:

Você já percebeu que grande parte dos lanches são à base de carboidratos?
Frutas, torradas, crackers, barrinhas, pão… são todos carbos!

Ao comer apenas carboidratos, seus níveis de energia e saciedade ficam comprometidos.
Procure acrescentar sempre uma fonte de proteína (como ovo, queijo, tofu, frango, whey protein) ou gordura (como castanhas, sementes, azeite, óleo de coco) para que o lanche cumpra o seu papel de nutrir e saciar.

Tenha sempre em mãos opções que não estragam:

Além do seu lanchinho diário, recomendo que você tenha sempre opções práticas na bolsa ou gaveta, para situações de emergência.

Algumas ideias: chocolate 70%, frutas secas, castanhas, lascas de coco, chips de grão de bico e barras de proteína (de boas marcas!).

Minimize os industrializados

Eu concordo que é muito mais fácil e prático abrir um pacote!
Mas lembre que um produto industrializado, que dura meses ou anos na prateleira de um supermercado, nunca vai ter os nutrientes interessantes para o seu corpo.

Além disso, eles geralmente são cheios de produtos químicos como corantes, espessantes e conservantes – que promovem intoxicação em nosso organismo, nos deixando cansados e desvitalizados.

Algumas ideias para levar de casa: muffins, bolinhos, brownies e panquecas feitos com ingredientes selecionados, como farinhas nutritivas. O que não faltam são receitas (no meu perfil tem várias!).

Caso não se anime a cozinhar, peça! Existem várias empresas fazendo produtos nessa linha. Você pode deixar congelado e levar de vez em quando.

Mas não coma bolinhos todos os dias, especialmente se forem doces.

Lembre que eles são apenas mais uma opção.

Escolha boas marcas

Você não precisa cortar 100% os industrializados se aprender a escolher boas marcas.

SEMPRE olhe a lista de ingredientes do que for comprar e fuja de substâncias como: farinha branca, açúcar, açúcar invertido, glutamato monossódico, conservantes, espessantes, corantes ou adoçantes artificiais.

Amido de milho, maltodextrina e xaropes também são ingredientes que não agregam nutricionalmente, por isso evite.

Considere comida de verdade.

Claro que você não precisa ser o chato do escritório que leva ovo e batata-doce no lanche e contamina o espaço com o cheiro da comida se esse não é o seu perfil.

Mas se você tem o apetite para isso e se funciona na sua rotina… por que não?

Leve uma marmitinha de comida e seja feliz. 🙂

Por exemplo: frango e batata-doce/ quinoa e queijo de búfala/ abóbora e ovos de codorna.

Lembre que quanto mais nos aproximamos do que comemos, maiores as chances de escolhermos melhor e termos mais saúde. 😉

Espero que você tenha gostado dessas dicas práticas. Siga meus perfis no Instagram @fernandascheernutri e @desafiolowcarbfescheer. Lá você vai encontrar ainda mais dicas e receitas deliciosas. 😉

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