Compulsão por doces? Veja 6 possíveis motivos

Compulsão por doces? Veja 6 possíveis motivos

1: Hábito – todo hábito é criado através de repetição. Se você acostuma o seu organismo a comer doces todos os dias ou sempre após uma refeição, você sempre terá essa vontade. Eu não vejo problema algum em comer um docinho nutritivo (como fruta ou um chocolate rico em cacau) todos os dias. Mas se esse hábito está atrapalhando seus resultados, experimente diminuir gradativamente ou cortar por uns dias (cada um funciona de um jeito) para mudar esse padrão.

2: Carências nutricionais – a falta de alguns nutrientes como por exemplo magnésio e cromo aumentam o desejo por doces. Que tal aumentar o consumo de alimentos ricos nesses nutrientes para ver o que acontece? Cacau em pó, amêndoas, grão de bico e sementes são algumas fontes.

3: Alimentação errada – uma alimentação rica em alimentos refinados pode causar desequilíbrios nos níveis de glicose no sangue, aumentando o desejo por doces. Dê preferência ao carboidrato das raízes que são nutritivos e promovem um aumento gradual de glicose.

4: Baixo consumo de gorduras ou proteínas – equilibre suas refeições para que tenham sempre boas fontes de gorduras boas (como azeite, abacate e castanhas) e fontes proteicas (peixe, ovo, quinua, grão de bico), assim seu corpo estará sempre nutrido e saciado.

5: Ansiedade – se você está comendo doces por pura ansiedade já está mais do que na hora de arregaçar a manga e trabalhar essa questão.

6: Você restringe demais a sua alimentação – todos excesso é ruim. E restrição geralmente gera compulsão. Aprenda a arte de equilibrar e não só restringir. ❤️

Gorduras boas: mitos e verdades!

Gorduras boas: mitos e verdades!

Um dos grandes segredos para uma alimentação saudável é saber incluir na dieta boas fontes de gordura. O problema é que muita gente ainda tem medo de comer gorduras! Neste artigo vou falar alguns mitos e verdades comuns sobre esse assunto. Confira. 😉

Toda gordura faz mal para a saúde? Mito!

Gorduras boasO pensamento de que a gordura faz mal para a saúde foi muito disseminado nas últimas décadas, mas já se provou que isso está errado!

As gorduras que fazem mal para a saúde são as hidrogenadas, trans e industrializadas, encontradas especialmente em alimentos de pacote ou óleos vegetais refinados.

As gorduras naturais de alimentos como azeite, abacate, castanhas, coco, sementes, carnes, peixes, ovos e queijos, desde que consumidas com bom senso, são benéficas e fundamentais para o bom funcionamento do nosso organismo.

Isso porque a gordura tem um papel fundamental no transporte de hormônios, no revestimento de células, na saúde dos neurônios e na saúde hormonal.

Além disso, as gorduras trazem muita saciedade, sem causar impacto nos níveis de insulina, o principal hormônio ligado ao ganho de peso. Sendo assim, o consumo delas é extremamente útil também num processo de emagrecimento saudável.

A ingestão de gordura aumenta a energia? Verdade!

Sim, a gordura é também uma excelente fonte de energia para o corpo.

E o melhor de tudo: uma energia de qualidade e estável.

Ao comer gorduras vou engordar? Mito!

Assim como ao comer alface não ficamos verdes, ao comer gordura, não engordarmos.

O ganho de peso corporal é um processo complexo que envolve uma série de fatores.

Mas o consumo de carboidratos refinados certamente está muito mais ligado ao ganho de peso do que o consumo de gorduras boas, claro que dentro de um equilíbrio.

Isso quer dizer que as gorduras podem ser consumidas à vontade então? Mito!

Claro que não!

Perder o medo de comer gorduras (boas!) não significa consumi-las à vontade.

Claro que isso não vai ser bom nem trará benefícios para a saúde.

Uma boa forma de medir o consumo de gorduras seria esta: você não precisa cortar a gordura natural dos alimentos que ingere e pode incluir no seu cardápio lanches com alimentos gordurosos. Mas não precisa incluir fontes externas de gordura na sua alimentação (como encher a comida de manteiga ou creme de leite, por exemplo).

As gorduras boas existem? Verdade!

Siiiim!

E onde você pode encontrá-las? Em alimentos simples e fáceis de achar, de preferência sem nenhuma intervenção industrial. Quanto mais natural, melhor. ❤

Alguns desses alimentos ricos em gorduras boas (e deliciosos!) são:

  • abacate;
  • oleaginosas como amêndoas, castanha de caju, castanha do Pará e nozes;
  • linhaça (de preferência em farinha para o organismo absorver melhor);
  • azeite de oliva extravirgem;
  • azeitonas;
  • chocolate amargo (com 70% ou mais de cacau);
  • sementes de girassol;
  • peixes como salmão, atum, truta e sardinha.

Gostou das opções? É muito fácil incluí-las em seu cardápio, seja com receitinhas ou apenas acrescentando esses alimentos no seu dia a dia, e gradativamente ir trocando por outros como barrinhas, cookies, pães ou torradas.

Experimente e sinta os benefícios! 🙂

 

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A Nutrição Mudou

A Nutrição Mudou

Hoje eu queria falar sobre alguns conceitos em nutrição que mudaram completamente.

Você deve se lembrar da pirâmide alimentar – uma forma de orientar a população nas suas escolhas alimentares. E, nesse conceito, o que esteve sempre na base da pirâmide, indicando o grupo alimentar que deveria ser consumido em maior quantidade? O carboidrato, é claro.

E como você pode ver abaixo – as imagens incentivavam o consumo de farináceos de diferentes tipos, como pães, macarrão e farinhas.

Além de recomendar que a nossa alimentação fosse baseada em carboidratos, neste guia alimentar as gorduras estavam no topo, indicando um baixo consumo. E qual foi o resultado dessa orientação na saúde de população?

Infelizmente o resultado foi desastroso: os índices de obesidade e doenças metabólicas só tem AUMENTADO EXPONENCIALMENTE.

E sabe por quê?

Embora algumas pessoas se deem bem com quantidades maiores de carboidratos, o fato é que a maior parte da população não tolera essa proporção. Carboidratos viram glicose no sangue e estimulam a produção do hormônio insulina que, quando disparado com frequência, bloqueia a queima de gordura pelo corpo e causa um “caos” hormonal que resulta em fome constante.

Por isso muitas pessoas perderam sua regulação natural da fome e apetite – comem demais porque estão hormonalmente desequilibradas, justamente pelo tipo de alimentação que levam.

Antes considerado um dos macronutrientes mais importantes para gerar energia no corpo, hoje já é consenso a importância de dosá-lo com sabedoria.

Não estou dizendo que carboidratos não são bons! Nem que você não os deve consumir! Nem que todos são iguais!

Estou dizendo que é importante repensar se não há um exagero no consumo deles. E é por isso que a alimentação “Low Carb” surgiu como um novo conceito alimentar.

É uma nova visão sobre a alimentação, e não apenas mais uma dieta.

Quem me acompanha sabe: nos últimos anos, tenho aprofundado cada vez mais meus estudos sobre esse tema. Embora esteja na moda, “Low Carb” é um conceito que já está bem embasado mundialmente e não é novidade.

Contar calorias?

Sim, contar calorias pode até promover perda de peso a curto prazo, mas é geralmente insustentável a médio e longo prazo. Assim, os resultados são temporários. Quem nunca passou por isso? Fez uma dieta restrita, passou fome, sentiu-se fraco, perdeu peso (de gordura, será?), mas depois ganhou tudo de novo (se não ganhou mais).

Como na estratégia Low Carb as escolhas alimentares promovem o equilíbrio de hormônios responsáveis pelo apetite, é muito mais fácil emagrecer e ter saúde sem sofrer. Um caminho muito mais sustentável para a vida, não é?Mudando o tipo de carboidrato.

Claro que a simples troca de carboidratos refinados (como farinhas brancas) por carboidratos com fibras (como raízes, grãos e farelos) já fazem uma ENORME diferença na saúde.

Mas é fato que às vezes só essa medida não é suficiente, algumas pessoas só obtêm resultados positivos controlando a quantidade total ingerida.

Isso não significa cortar, e sim dosar. 😉

Por isso que eu digo: não faça dietas, encontre um estilo de alimentação que funcione para você.

Dicas de restaurantes e cafés em NY

Dicas de restaurantes e cafés em NY

Se você me segue nas redes sociais, já deve ter percebido que eu amo viajar. E ainda por cima gosto de comer bem em viagens.

Visitas a restaurantes legais são programas que adoro fazer. ?

Como acabei de voltar de Nova York, resolvi escrever este post com as minhas melhores dicas de restaurantes saudáveis por lá.

 

❤️ Para almoço ou café da manhã:

? The Butchers Daughter – vegetariano lindo e gostoso, rede da Califórnia. Fui três vezes porque o cardápio é uma delícia!!!

? Smood – café cheio dos leites vegetais que amamos.

? Hu kitchen – para almoçar ou lanchar na linha paleo – tem também doces e smoothies deliciosos, muita coisa Low Carb.

? By Chloe – lanchonete veggie queridinha do momento. Cardápio fast food saudável: saladas, hambúrgueres vegetarianos e batata-doce assada imitando batata frita. Fofo!

? Sweetgreen – uma rede de bowls de salada incrível com muita variedade. Bom para uma refeição rápida! Só cuide com o horário, pois pode ter fila (que gira rápido!). Ah, e pense antes o que vai querer na sua salada, pois o americano está acostumado com tudo automatizado, kkkk. Não vão esperar você pensar horas pensando no que quer, tudo gira rápido (minha mãe ficou doidinha, hahaha).

? Cafe Clover – cardápio criativo baseado em vegetais (mas com peixes e polvo também), com mesas do lado de fora.

? Two Hands – restaurante australiano fofo para café da manhã, lanche ou almoço.

? The Little Beet Table – sem glúten e charmosinho.

? Cha Cha Matcha – para um bom matcha (que o americano ama!).

? Peacefood – vegano com sopas, saladas, sanduíches e pizzas – não fui.

 

❤️ Para almoço ou jantar, veganos:

? AbcV – restaurante vegano top com comida contemporânea. Mas achei o ambiente muito claro e pouco charmoso.

? Blossom – vegano gostoso e charmoso. Tem no Chelsea e no Columbus Circus (prefiro o do Chelsea).

? Candle 79 – outro vegano incrível perto do Central Park.

? NIX NY – vegano com estrela Michelin.

 

❤️ Outros legais para almoço ou jantar:

? Upland – restaurante moderninho e cheio de pratos com ingredientes artesanais e saudáveis.

? Park Avenue – restaurante sazonal: eles fazem a cada estação um menu especial.

? Blue Hill – uma super experiência gastronômica.

? De Maria – chef da moda, restaurante contemporâneo e com pratos como lasanha de abóbora com bechamel de couve-flor.

? Il Bucco Alimentari e Vineria – italiano delicioso.

? Cecconi’s – lindo! No Brooklyn, mas vale a pena pela vista! Reserve!

? Bar Pitty – tradicional.

? Budakan – não curto a comida e esse ambiente escuro, mas é sempre badalado.

? The Smile – não fui.

? Indochine – não fui.

? The Mercers Kitchen – não fui, mas sei que está na moda.

? The Smith – bem frequentado por locais – dica da querida Tania Kalill.

? Catch – peixes maravilhosos e um rooftop badaladinho.

? The Standard Grill – mesas na rua, luzinha e muito verde – minha cara!

? Loi – grego, dica do amigo Flavio Passos – não fui.

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Minhas 10 melhores dicas para manter uma alimentação e um peso saudável em viagens

Minhas 10 melhores dicas para manter uma alimentação e um peso saudável em viagens

Viagens são uma delícia, não é? Eu sou suspeita, pois nada me faz tão bem na vida do que sair um pouco da rotina e conhecer lugares novos. Se for com a minha família então, melhor ainda!

Eu viajo bastante, pois sei o quanto esse é um dos melhores investimentos que posso fazer na minha saúde. Justamente porque me faz muito bem e porque gosto tanto.

Mas, com tantas viagens, como eu faço para manter uma alimentação saudável e evitar que o saldo final seja alguns quilinhos a mais? Muitas pessoas me perguntam isso!

Por isso, vou dividir aqui com vocês alguns dos meus segredinhos para aproveitar sem “chutar o balde”.

1. Escolha seus “furos” com sabedoria.

Acho super importante desligar um pouco a cabeça de qualquer tipo de regras e obrigações. Afinal, é para isso que viagens servem, não é?

Mas isso não significa comer tudo que quiser.

Eu já fiz isso e o resultado não foi legal! Até a viagem em si foi prejudicada: me sentia pesada, lenta e estufada.

Não vale a pena!

O que eu faço hoje é tentar equilibrar.

Autoconhecimento é fundamental nessa hora – é importante entender o que é fundamental para você.

Eu, por exemplo, vivo bem longe de pães e massas. Mas não abro mão do vinho e dos doces.

Então escolho os que mais gosto para consumir com moderação.

Assim não é um pé na jaca sem limites, rsss.

Prefiro comer peixe com legumes, para poder tomar uma taça de vinho.

E prefiro comer um docinho de vez em quando a comer o couvert todos os dias.

Assim, com uma mistura de boas escolhas e excessos pontuais, encontramos o equilíbrio.

2. Equilibre as refeições ao longo do dia

Exagerou no almoço? Tente escolher pratos mais leves no jantar (ex.: proteínas e vegetais ou uma grande salada).

Se o café da manhã foi o problema, faça escolhas saudáveis nas outras refeições.

Novamente, o equilíbrio traz a liberdade

3. Faça um café da manhã inteligente

Se a sua maior dificuldade é o café da manhã, escolha um ou dois dias para comer algumas das coisas de que você gosta.

Afinal, buffet de hotel é sempre uma tentação, não é?

Mas essa é uma refeição fundamental, que determina o seu apetite e nível de energia ao longo do dia.

Procure fazer boas escolhas, baseando o seu café da manhã em boas gorduras e proteínas.

Alguns exemplos: ovos, frutas, queijos, iogurte, vegetais…

Evite pães, panqueca (geralmente são com açúcar), croissant, granola (também é fonte de açúcar) e sucos em excesso.

4. Evite beliscos

Acho que um dos principais motivos pelos quais eu dificilmente ganho peso em viagens é porque fico tão ocupada que não lancho toda hora.

Na nossa rotina normal, temos muitas vezes horários estipulados para comer.

Não há nada de errado com isso, mas, se pararmos para observar, muitas vezes comemos pelo hábito e não pela fome.

Em viagens, com uma rotina totalmente diferente, acabamos comendo menos vezes ao dia, o que pode ser muito bom.

5. Segure a onda com o couvert

Tá aí uma grande armadilha em restaurantes!

Chegamos geralmente com fome e comemos o couvert sem nem pensar.

Prefira pedir uma entrada como salada, carpaccio, legumes (geralmente são acompanhamento de pratos principais), que são bem mais gostosos e nutritivos do que pão.

6. Não se esqueça dos vegetais

Não é porque você está viajando que vai se esquecer dos vegetais.

Eles saciam, nutrem e ajudam a minimizar o efeito nocivo dos excessos cometidos.

Não deixe de consumir legumes e saladas, sempre que puder.

7. Equilibre o álcool

Se o álcool é algo frequente em suas viagens (#tamojunto kkk), procure equilibrar.

Eu me permito uma taça por refeição (ou uma taça e meia, vai), não mais que isso.

E procuro fazer algumas refeições (geralmente no almoço) sem álcool.

Veja o que funciona para você e não beba sem atenção, pois certamente vai exagerar.

 

8. Mexa-se o quanto puder

Nem toda viagem permite a prática de atividades físicas.

Pelo menos para mim, que viajo com filhos, é assim.

Eu sempre levo roupas e tênis – se encaixar uma corrida ou academia, faço.

Mas sem paranoias.

De quer forma, procuro me mexer ao máximo – andando, nadando ou pedalando.

Pois sei que ficar 100% parada por muito tempo não me faz bem.

9. Leve um chocolate 70% com você

Tá aí uma coisa que não sai da minha bolsa.

Na vontade de um docinho, ele tá ali para salvar!

E chocolate rico em cacau não é “porcaria”, é alimento! Rico em polifenóis, são potentes antioxidantes (oba!).

10. Não deixe de comer a comida local

Aproveite suas férias e não seja radical.

Não deixe de comer a comida local só porque tem mais gorduras ou carboidratos do que você geralmente come.

Ficar passando vontade só vai fazer você descompensar em outros momentos.

Mas não coma só porque é local. Coma se tiver vontade, se for algo de que você gosta ou tem interesse em provar.

Basta equilibrar as outras refeições e não exagerar nas quantidades.

Essas são as minhas dicas para você curtir a sua viagem e não voltar para casa com menos saúde ou mais quilinhos na balança.

Espero que tenham gostado! 🙂

Entenda a diferença entre intolerância e alergia alimentar

Entenda a diferença entre intolerância e alergia alimentar

Saber ouvir os sinais do corpo é fundamental quando se busca saúde. E ele fala através de sintomas. Por fatores diversos, como o aumento da toxicidade no mundo, monotonia alimentar e alguns desequilíbrios orgânicos, é muito comum hoje nos tornamos sensíveis a alguns alimentos. Mas existe uma diferença entre intolerância e alergia alimentar. Para te ajudar a entender, eu expliquei um pouquinho melhor as características de cada uma. Confira!

Intolerância alimentar

Confundir essas duas condições (Intolerância e alergia alimentar) é super normal. Afinal, elas podem ser causadas até pelos mesmos alimentos. Mas as razões que levam o corpo a reagir acontecem por diferentes motivos e têm diferentes consequências.

O leite de vaca e seus derivados, por exemplo, são alimentos que podem desencadear tanto a intolerância quanto a alergia alimentar, mas os sintomas de cada situação são diferentes e é por isso que saber a diferença entre elas é importante.

O que é intolerância alimentar?

A intolerância alimentar é um problema muito comum que pode aparecer em qualquer fase da vida, mesmo que a pessoa tenha comido o alimento causador da intolerância durante muitos anos.

Ela acontece devido a uma deficiência enzimática do sistema digestivo, que faz com que determinado alimento não seja bem digerido, e é por isso que os sintomas causados pela intolerância alimentar são geralmente gastrointestinais.

Na intolerância alimentar, os sintomas costumam ser imediatos, o que facilita o diagnóstico. Veja alguns dos principais sintomas ligados a essa condição:

  • estufamento;
  • diarreia;
  • gases;
  • dor no estômago;
  • vômitos;
  • azia;
  • cólicas.

Uma das intolerâncias mais comuns que conhecemos é a intolerância à lactose. Na ausência da enzima lactase, o açúcar do leite (lactose) não é digerido e fermenta, causando os sintomas.

O que é alergia alimentar?

Já a alergia alimentar é uma reação à partícula proteica do alimento, feita através da ativação do sistema imunológico.

Ela ocorre quando o organismo reage ao alimento ingerido, acreditando ser uma substância agressora e, por isso, cria anticorpos. Essa reação é chamada de tardia, desencadeando sintomas de dois a três dias depois da ingestão – o que dificulta muito o diagnóstico.

Esse tipo de reação é cada vez mais comum e, embora possa não trazer sintomas agudos ou consequências imediatas, pode levar a um estado inflamatório crônico, lesando aos poucos a saúde como um todo.

Entre os principais alimentos ligados a esse tipo de reação estão proteína do leite, soja, trigo, amendoim e até ovos. Sim, ovos são saudáveis para grande parte das pessoas, mas quem não digere bem suas proteínas não terá benefícios em seu consumo.

Muito pelo contrário – os processos inflamatórios causados pela má digestão e absorção desse alimento podem causar, além de sintomas, doenças sérias.

Entre elas estão o aumento da permeabilidade intestinal (algo muito estudado hoje em dia, a famosa “leaky gut”) e uma série de doenças autoimunes (como artrite, lúpus, tireoidite de hashimoto e vitiligo). E isso serve para qualquer alimento que o corpo não digira bem, algo bem individual.

Desafio Low Carb

Possíveis sintomas da alergia alimentar

  • urticária;
  • coceira;
  • descamação ou manchas na pele;
  • inchaço da boca ou dos olhos;
  • olheiras;
  • diarreia e vômitos;
  • dores de cabeça;
  • intestino irritável;
  • inchaço constante.

A alergia alimentar deve ser investigada por meio de testes específicos (mediados por IgG) ou pela dieta de remoção seguida de observação – tire da dieta o alimento suspeito por um período mínimo de um mês, retomando após esse período e observando os sintomas até quatro dias após o consumo.

Se você notar que seu organismo dá alguns sinais de intolerância ou alergia alimentar ao ingerir determinado alimento, procure um profissional para a realização dos exames necessários e obter o diagnóstico do seu caso.

Conhecer o seu organismo e o que faz mal para ele é muito importante para a construção de um plano alimentar que vai atingir completamente seus objetivos nutricionais.
Portanto, fique atento ao seu corpo!

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